Ponho este quadro do Chirico em lugar visível nesta casa, para que sempre me possa ocorrer que
o tempo passa ininterruptamente;
o amor, a sabedoria, certas casas e os prazeres são eternos.
trespassei a noite de hoje com essa ideia, a da continuidade do tempo, incólume e estanque... eu manhã noite ainda acrescentando o mar revolto ao mistério de que é feita a eternidade que tudo contém, não as mãos, não os olhos, não o corpo, não esta voragem de pássaro que nas asas abertas transporta o equilibrio, fora só folha de Outubro... diminuto tempo este, estes os instantes que ansiamos cheios.
4 Comments:
trespassei a noite de hoje com essa ideia, a da continuidade do tempo, incólume e estanque... eu manhã noite ainda acrescentando o mar revolto ao mistério de que é feita a eternidade que tudo contém, não as mãos, não os olhos, não o corpo, não esta voragem de pássaro que nas asas abertas transporta o equilibrio, fora só folha de Outubro... diminuto tempo este, estes os instantes que ansiamos cheios.
abraço-te (em continuidade)...
o amor e o prazer são eternamente vontades infinitas...
variamos e convergimos na interpretação do eterno.
inspiram, as tuas palavras, ana.
fernando, gosto do novo fôlego do espaço azul.
Obrigado...espero que tambem o respires azul.
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