"Durante a tua passagem, terás portanto de acreditar na tua alienável soberania.
Vais avançar. Vais andar como costumas quando estás só e pensas que alguém está a olhar para ti, Deus ou eu, ou este cão ao longo do mar, ou esta gaivota trágica face ao vento, tão só frente ao objecto atlântico."
in "O Homem Atlântico", Marguerite Duras
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