Como plano de amor, chegaste em forma de proposição. Umas vezes de forma simples, outras vezes mais complexa, garantiste que o que nos significava estava implícito no facto de eu existir, e de tu existires, e que as diferenças justificavam o sentido final. Era o tal plano de amor que dava sentido à vida (e que me poderia interessar existir isoladamente, não fazendo parte de uma proposição?) Sem querer ser fatalista, concluí que, se um de nós faltasse e a proposição deixasse de existir, o mundo perderia um plano de amor. Tão-só um plano de amor.*
*[Se um nós faltasse, o mundo perderia o melhor que tem. Ou perderíamos nós o melhor do mundo.]

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